Síndrome de Epilepsia em Crianças


Você está tranquilo em casa, aproveitando mais um dia com a família reunida, quando de repente, tudo acontece em câmera lenta: você percebe que o seu filho perdeu a consciência do que está ao seu redor, por causa do olhar vago que ele apresenta, ele cai no chão, fica com os braços e as pernas enrijecidos, e em seguida, passa a se debater, ou seja, ele começa a apresentar um quadro de ataque epiléptico.
A partir daí o seu cérebro entra em estado de alerta, você começa a pensar em várias coisas para ajudar o seu filho, custe o que custar. Então começa a ter reações instintivas, afinal você só deseja protegê-lo, mas não sabe muito bem o que fazer.
Nestas horas pode ser difícil perceber que o seu pequeno está apresentando um quadro de crise epiléptica e que, dependendo da sua reação, você poderá ajudar ou atrapalhar, podendo até mesmo agravar as condições do seu filho.
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Continue acompanhando este artigo para saber mais sobre os principais sinais de crises epilépticas em crianças, quais são eles e o que fazer a respeito.
Uma crise epiléptica é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, devido a uma atividade neuronal excessiva. Os sinais ou sintomas incluem fenômenos anormais súbitos como alterações da consciência ou eventos motores, percebidos pelo paciente ou por um observador.
A Epilepsia, por sua vez, é um transtorno do cérebro caracterizado por uma predisposição duradoura a ter crises epilépticas. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), ela atinge mais de cinquenta milhões de pessoas no mundo, das quais cerca de três milhões são os brasileiros.
Existem diversos tipos de Epilepsia em Crianças, conforme pode ser consultado a seguir:
Os sintomas da Epilepsia em Crianças podem variar de acordo com cada tipo de Epilepsia, mas em geral, costumam ser representados por:
Os tratamentos da Epilepsia em Crianças variam de acordo com o tipo de distúrbio que a criança tem. As crises podem ser controladas com medicações, dieta cetogênica e até mesmo intervenções cirúrgicas, nos casos de identificação de um foco epileptogênico, ou seja, o local em que se origina a descarga que desencadeia a convulsão.