Diagnóstico da Epilepsia Infantil


Diagnóstico da Epilepsia Infantil. Você sabia que a Epilepsia é considerada a doença neurológica crônica que mais prevalece no mundo? Ela se trata de uma disfunção cerebral caracterizada por uma predisposição para crises epilépticas ou convulsões, que duram cerca de cinco minutos.
Quando as convulsões têm o seu início ainda na infância, elas podem estar relacionadas a fatores de risco específicos, como histórico familiar, febre, infecções, doença neurológica, prematuridade, tabagismo e/ou abuso de álcool durante a gravidez, por exemplo.
Continue acompanhando este artigo para saber mais sobre como é feito o Diagnóstico da Epilepsia Infantil.
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A Epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tem nenhuma relação com consequências da febre, do uso de drogas ou dos distúrbios metabólicos.
Ela acontece quando as células cerebrais começam a exercer atividades excessivas e anormais (envio incorreto de sinais), por alguns segundos ou minutos. As crises podem se repetir por intervalos variados e se manifestar por meio de alterações da consciência ou de eventos motores, sensitivos, sensoriais, autonômicos ou psíquicos involuntários.
O diagnóstico desta condição médica é feito através do histórico clínico do paciente, de relatos de pessoas que tenham presenciado a crise de epilepsia e de exames laboratoriais ou de imagem, como tomografia de crânio, ressonância magnética, eletroencefalograma (EEG) e neuroimagem.
Ao suspeitar que a criança está tendo uma crise epiléptica, mesmo que tenha ou não o diagnóstico confirmado, é importante que os responsáveis pelo pequeno no momento se atentem a detalhes, como:
Para saber qual o tipo de abordagem pode ser utilizado, o profissional de saúde baseia-se em fatores, como:
Mas no geral, o tratamento da epilepsia infantil é feito por meio de medicamentos anticonvulsivantes prescritos pelo médico. Eles são utilizados de forma a evitarem as descargas elétricas cerebrais anormais, que são as responsáveis pelas crises epilépticas.
Além deste tratamento tradicional, as crianças também devem, em paralelo, manter uma dieta balanceada, ter boas noites de sono e evitar momentos de estresse constantes.
Porém, se após algumas tentativas, os medicamentos não funcionarem e caso vocês e os médicos concordarem, existem outras formas de interromper ou de reduzir o número de convulsões apresentadas pela criança, que podem ser cirurgia, terapia de estimulação do nervo vago (VNS) e dieta cetogênica.
E lembre-se: quanto antes o tratamento é iniciado, maiores são as chances do controle e de que a criança tenha uma vida tão saudável quanto qualquer outra. Mas quando isso não ocorre, aumenta o risco de acidentes nos pequenos, como afogamento e traumatismo craniano, por exemplo.
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