Eletroencefalograma (EEG) – Quando Meu Filho Precisa Fazer?


A criança aparenta estar inquieta, ansiosa, se queixando de dores de cabeça ou pode ter tido uma crise epiléptica. Ao consultar o médico, é solicitado o exame de Eletroencefalograma (EEG) e, apesar de ouvirem tudo com atenção, logo se desesperam com o desconhecido.
E por mais que o especialista tenha explicado sobre a importância da realização do exame e da forma que será procedido, vocês ainda não estão inteiramente confortáveis com o assunto. E tudo bem! Afinal, estamos falando de um assunto que envolve o seu / sua filho(a).
Continue acompanhando este artigo para saber detalhes sobre o exame de Eletroencefalograma (EEG) e em que condições pode ser solicitado e realizado em uma criança.
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O eletroencefalograma (EEG) é um exame de imagem solicitado, geralmente, por médicos especializados em Neuropediatria, Neurologia, Pediatria e outros profissionais de saúde que tenham conhecimento sobre o tema em questão para que haja o monitoramento da atividade elétrica cerebral.
Os impulsos cerebrais que são traduzidos em um traçado pelo EEG, são os responsáveis pela coordenação das ações realizadas pelo organismo, dando ordens que precisam ser executadas por determinados órgãos e sistemas.
Assim sendo, o teste fornece informações sobre a saúde e o funcionamento cerebral por meio de pequenos discos de metal, conhecidos como eletrodos, que são colocados no couro cabeludo – após uma marcação prévia e com o auxílio de um produto para facilitar na sua fixação e remoção. Eles transmitem, pelos fios, os padrões da atividade cerebral para o computador, onde serão gravados para uma análise futura do médico solicitante.
Apesar de não ser um tipo de exame comumente solicitado às crianças, é importante para detectar anormalidades, ou seja, é realizado de forma a comprovar ou descartar distúrbios neurológicos, como um possível quadro de epilepsia, por exemplo.
E ao ser feito em bebês e crianças, o eletroencefalograma infantil pode ter finalidades específicas, como identificar, investigar ou acompanhar a atividade elétrica cerebral e a possível presença de crises epilépticas em quadros de:
Apesar de se tratar de um exame indolor, não invasivo, seguro e que não possui radiação, o EEG não é indicado para crianças que têm problemas relacionados ao gel condutor de eletricidade, que é utilizado para fixar os eletrodos no couro cabeludo, como alergias ou lesões na pele.
Nessas situações, é válido procurar o médico especialista em Neuropediatria para avaliar se o exame pode ser realizado, assim como é importante o profissional saber se a criança tem alergia a qualquer tipo de medicamento, já que pode haver uma leve sedação para o registro do sono.
Para a obtenção do resultado com maior sucesso, o exame é realizado em três etapas: com a criança acordada, sonolenta e dormindo. Por isso, os pais e/ou responsáveis devem levar em consideração algumas dicas que podem ajudar no preparo, como:
E para saber mais sobre o eletroencefalograma infantil, confirmar a necessidade do exame para um possível diagnóstico e tirar dúvidas, procure o neuropediatra de sua confiança.