Atrasos no Desenvolvimento



Você já deve ter ouvido inúmeras vezes que cada criança tem o seu próprio tempo para aprender e para começar a realizar as atividades, não é mesmo?! Mas e quando ela dá indícios de que não está conseguindo realizá-las dentro do período esperado e considerado normal, ou dentro dos padrões estabelecidos pelos médicos?
Que pai não fica ansioso para presenciar e poder compartilhar as pequenas conquistas de seu filho? Quem não ficaria feliz ao ver o seu pequeno aprendendo coisas novas? Mas diante de conversas com outros pais, você começa a perceber que apesar das outras crianças estarem na mesma faixa etária que a sua, eles estão em ritmos completamente diferentes. As dúvidas surgem e a insegurança também. E agora? O que devo fazer?
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Continue acompanhando este artigo para saber mais sobre o Atraso no Desenvolvimento, a interferência que provoca na vida de uma criança e como proceder diante desse quadro.
São considerados casos de Atrasos no Desenvolvimento aqueles em que a criança não atinge os parâmetros de desenvolvimento esperados para cada fase, dependendo da faixa etária em que ela se encontra.
Este tipo de quadro costuma afetar áreas específicas, conforme podem ser acompanhadas abaixo:
Para saber se o seu filho apresenta indícios de um Atraso no Desenvolvimento, é preciso prestar atenção em algumas características de acordo com a idade, como:
Nos casos de bebês que nasceram antes do tempo (prematuros) deve-se corrigir a idade até ela completar os dois anos de idade, para que o cálculo seja feito de forma correta. Ou seja, os pais devem levar em consideração as semanas que faltam até eles completarem as quarenta semanas de gestação.
Os Atrasos no Desenvolvimento podem ser decorrentes de interferências em diversos momentos, tais como:
Para que a criança consiga realizar todas as atividades que são esperadas para a faixa etária em que ela se encontra, é preciso que ela faça acompanhamentos em sessões de Fisioterapia, de Terapia Ocupacional e de Psicomotricidade (tipo de tratamento que alia atividades físicas, brincadeiras, exercícios e terapia).
Quando ela começa a fortalecer os músculos, corrigir a postura, estimular a visão, tratar os reflexos, bloqueios e deformidades, por exemplo, ela já vai ser capaz de se sentar, andar, se alimentar sozinha, manter uma boa higiene pessoal, dentre tantas outras atividades que ela ainda não conseguia executar de forma totalmente independente.
Artigo publicado em: 10/11/2017.
Artigo atualizado em: 13/06/2019.
