Atividades Físicas Ajudam no Desenvolvimento Cerebral Infantil


Atividades Físicas Ajudam no Desenvolvimento Cerebral Infantil: Que as Atividades Físicas são Benéficas para a Saúde todos sabem, mas você sabia que elas podem influenciar diretamente e melhorar consideravelmente o Desenvolvimento Cerebral Infantil?
Pesquisadores da Universidade de Granada, na Espanha, constataram que praticar exercícios, ter uma boa condição aeróbica e apresentar boas habilidades motoras podem afetar a estrutura do Cérebro e Influenciar em seu Funcionamento, aumentando assim o volume da massa cinzenta, que está ligada tanto ao aprendizado quanto aos processos visuais e motores.
Continue acompanhando este artigo para saber como as Atividades Físicas Podem Ajudar no Desenvolvimento Cerebral Infantil e quais são os benefícios proporcionados às crianças.
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De acordo com o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, as atividades físicas devem ser praticadas diariamente, por no mínimo sessenta minutos, levando-se em consideração os exercícios com carga de média a moderada. Isso não se aplica a crianças de até onze anos, visto que acabam se entediando, e comumente se dispersam após cerca de trinta minutos de atividades.
Quando a criança recebe estímulos dos pais ou os observa realizando atividades físicas, ela está mais propensa a seguir os exemplos dos mais velhos. Porém, quando ela não os recebe, pode acabar aumentando as chances de se tornar um adulto com diversas doenças crônicas, como diabetes, colesterol, pressão alta, obesidade, entre outras.
E segundo a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade, a taxa de crianças que estão acima do peso já é de aproximadamente 15%, seja por ela estar com sobrepeso ou por ser obesa.
Os principais benefícios das Atividades Físicas que acabam agindo em prol do Desenvolvimento Cerebral Infantil são:
Também é importante ressaltar que a competição não deve ser estimulada até os doze anos de idade, visto que isso pode gerar frustrações, provocar crises emocionais, sentimentos depressivos e até mesmo resultar em agressões, já que o fato de “perder” é pouco aceito pelas crianças ou é visto como algo estritamente negativo.
Referência: International journal of environmental research and public health