Febre Infantil – Quando se Preocupar com a Possibilidade de Convulsão?


Febre Infantil. Ao percebermos que uma criança está muito quieta, o primeiro pensamento que nos ocorre e o mais comum dentre eles é que ela está aprontando alguma coisa, não é mesmo?! Mas, e se neste caso for diferente? Afinal, estar indisposta e com febre, deixa os pequenos tão esgotados e desanimados quanto os adultos.
E convenhamos, só de pensar na possibilidade de seu filho adoecer, lhe apavora tanto quanto os seus piores medos e pesadelos. Porém, nem tudo deve ser visto como uma situação crítica, desde que você se atente aos detalhes.
Acompanhe, neste artigo, tudo o que você precisa saber sobre a Febre Infantil e Quando deve se Preocupar com a Possibilidade de uma Convulsão.
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A febre é o aumento temporário da temperatura corporal (acima de 37,5º C), que se manifesta, geralmente, por causa de uma doença. Assim como, também é considerada um mecanismo de defesa do organismo, que indica que há algo de errado com a pessoa.
Ou seja, esta condição tem como função melhorar o tempo de resposta das células do organismo para destruírem os invasores (geralmente, vírus ou bactérias). No entanto, como nem tudo funciona perfeitamente, quando este mecanismo falha, começa uma infecção, leve ou grave – varia de acordo com a força do micro-organismo e com a imunidade da pessoa em questão.
Tanto nos bebês quanto nas crianças, os sintomas mais comuns de febre incluem:
O principal instrumento utilizado para aferir a temperatura são os termômetros, sendo que os três tipos mais comuns e eficazes são os:
Dependendo da temperatura corporal ou anal, pode-se dizer que a criança tem algum dos quadros abaixo:
Conforme foi mencionado anteriormente na introdução, a febre não representa, necessariamente, um quadro grave de saúde. Mas, é preciso se atentar a alguns detalhes, já que uma de suas funções é indicar que há algo de errado com o paciente.
Quando a criança tem uma febre seguida por uma convulsão (a crise surge logo depois que a temperatura começa a subir) e por perda da consciência, dizemos que o pequeno está tendo uma convulsão febril, em que há a realização de movimentos musculares descoordenados, curtos e súbitos em ambos os lados do corpo.
Apesar de ser uma cena assustadora, não é preciso tomar nenhuma providência drástica ou realizar tratamentos específicos. No geral, as convulsões febris são comuns entre crianças de seis meses a seis anos de idade – ainda mais se já houver um histórico familiar – e acabam desaparecendo por completo, com o passar da idade.
Mas, isso não impede que alguns cuidados sejam tomados. No momento em que o seu filho apresentar este tipo de convulsão, você deve se acalmar e tomar as seguintes providências:
E apesar da preocupação e de todas as causas e indícios, nem sempre é preciso e aconselhável combater uma febre infantil. Mas, na dúvida e para segurança de todos, sempre procure o neuropediatra de sua confiança.
Referência: Stanford Children’s Health